2004/01/09
2004/01/08
Fogareiro (post dispensável para quem não liga muito a automóveis)
Ainda não é oficial, mas ando tão entusiasmado com isto que não resisto a contar-vos: em princípio irei voltar a disputar o Campeonato Nacional de Ralis este ano, sentado na bacquet do lado direito deste Skoda, e inserido numa equipa semi-oficial (que ainda não posso revelar qual é, mas cuja apresentação formal estará para breve, penso...)! Este brinquedo, apesar de poder ser facilmente confundido com aqueles "carrinhos-de-ir-às-compras-ao-Continente", debita a módica potência de 200 cv (evolução 2004, de que nós vamos dispor) e, principalmente, um binário de bomba de tirar água - e tudo isto com um motor a gasóleo!
Se quiserem, posso facultar o calendário das provas a fãs...
2004/01/07
Movidas
Há muito que ouço dizer que Lisboa tem uma das melhores movidas da Europa; não duvido, até porque mal conheço as outras. Mas parece-me que se estão aqui a confundir conceitos tão diferentes como a qualidade e a quantidade. Concretizando, a movida lisboeta poderá ser melhor em termos de horas de duração do que as suas congéneres, mas duvido que o seja em termos de qualidade de convívio.
Em Londres, por exemplo (e falo com algum conhecimento de causa), é curioso observar como as pessoas se juntam depois dos seus horários de trabalho, nos afamados pubs. A música não está estupidamente alta, as pessoas podem conversar, conviver, divertir-se, e alguns até irão ficar por ali para jantar. É verdade que o álcool continua a ser o elemento aglutinador destes convívios, mas há males que, pelo menos para já, são incontornáveis.
Em Portugal, o que temos? Um bando de pessoas que, mal saem dos empregos se enfiam rapidamente nas suas "tocas", para ver futebol, refilar com a esposa e outras actividades lúdicas, e que só sai novamente "para a noite" depois das 2 da manhã, porque não é "bem" ser-se visto nos locais da moda antes dessa hora.
E, quando sai, onde vai? A um dos muitos bares que pululam pela cidade, claro; só que, a meu ver, de bares estes estabelecimentos terão muito pouco. Estão, regra geral, apinhados, a música continua em volumes que tornam impraticável qualquer tipo de entabulação de diálogo, e mais parecem uma feira de vaidades e "controles" mútuos e mudos! Depois, passam para uma discoteca - de preferência para uma que tenha saído numa reportagem recente da "Caras" - onde a receita é "mais do mesmo"; mais barulho, mais álcool a rodos, e mais confusão.
O que levará adultos, muitos deles aparentemente maduros, inteligentes e bem sucedidos, a aglomerar-se num local onde já se encontram milhares de outras pessoas, convivendo com toda a sorte de odores e higienes alheias, pagando fortunas por beberricagens de origem mais que duvidosa, e isto depois de se terem humilhado frente a um porteiro musculado? Parece perverso, não parece?
P.S.: Aqueles de vós que me conhecem, devem estar a pensar depois de ler isto: "É preciso teres lata! com o dinheiro que gastaste em bebidas só no Seagull e na Kapital - para não falar de todas as outras - hoje podias andar de Porsche!". Pois podia, digo eu, mas só os burros é que não mudam!
Em Londres, por exemplo (e falo com algum conhecimento de causa), é curioso observar como as pessoas se juntam depois dos seus horários de trabalho, nos afamados pubs. A música não está estupidamente alta, as pessoas podem conversar, conviver, divertir-se, e alguns até irão ficar por ali para jantar. É verdade que o álcool continua a ser o elemento aglutinador destes convívios, mas há males que, pelo menos para já, são incontornáveis.
Em Portugal, o que temos? Um bando de pessoas que, mal saem dos empregos se enfiam rapidamente nas suas "tocas", para ver futebol, refilar com a esposa e outras actividades lúdicas, e que só sai novamente "para a noite" depois das 2 da manhã, porque não é "bem" ser-se visto nos locais da moda antes dessa hora.
E, quando sai, onde vai? A um dos muitos bares que pululam pela cidade, claro; só que, a meu ver, de bares estes estabelecimentos terão muito pouco. Estão, regra geral, apinhados, a música continua em volumes que tornam impraticável qualquer tipo de entabulação de diálogo, e mais parecem uma feira de vaidades e "controles" mútuos e mudos! Depois, passam para uma discoteca - de preferência para uma que tenha saído numa reportagem recente da "Caras" - onde a receita é "mais do mesmo"; mais barulho, mais álcool a rodos, e mais confusão.
O que levará adultos, muitos deles aparentemente maduros, inteligentes e bem sucedidos, a aglomerar-se num local onde já se encontram milhares de outras pessoas, convivendo com toda a sorte de odores e higienes alheias, pagando fortunas por beberricagens de origem mais que duvidosa, e isto depois de se terem humilhado frente a um porteiro musculado? Parece perverso, não parece?
P.S.: Aqueles de vós que me conhecem, devem estar a pensar depois de ler isto: "É preciso teres lata! com o dinheiro que gastaste em bebidas só no Seagull e na Kapital - para não falar de todas as outras - hoje podias andar de Porsche!". Pois podia, digo eu, mas só os burros é que não mudam!
2004/01/05
Pesquisas
A Papoila anda a ser especialmente assediada por pessoas que, nas suas pesquisas internéticas, introduzem a expressão "aprender a fazer manobras de yo-yo", mas os exploradores que chegam a esta serra não são menos originais. Apesar de se verificar um decréscimo do interesse pelo "foclore", surgem agora novos interesses recorrentes, como sejam "Tomás Taveira o filme", "Zézé Camarinha", e o já clássico "Dobrar guardanapos".
Pelo meio, vão surgindo algumas variações mais ou menos vulgares sobre "Alexandra Lencastre", e outras, menos vulgares mas reveladoras de bom gosto, sobre "Anabela Mota Ribeiro".
Vou tentar aprender a dobrar guardanapos, prometo, agora que já os sei desdobrar na perfeição!
Pelo meio, vão surgindo algumas variações mais ou menos vulgares sobre "Alexandra Lencastre", e outras, menos vulgares mas reveladoras de bom gosto, sobre "Anabela Mota Ribeiro".
Vou tentar aprender a dobrar guardanapos, prometo, agora que já os sei desdobrar na perfeição!
Actualização
Havia já algum tempo que não acrescentava links na minha lista aqui do lado, mas este merece - mais que não seja, pelas fantásticas fotos do Porto!
Adorei esta (e desde já peço desculpa pelo "empréstimo"):
Adorei esta (e desde já peço desculpa pelo "empréstimo"):
2004/01/04
Gargalhadas
Esta é só para vos fazer inveja, pois a última representação será esta noita e, se não estiver já esgotada, não deverá andar longe disso. Informo-vos de que fui ontem ao S. Luiz, ver as "Manobras completas" (devia ser o único na blogosfera que ainda não o tinha feito), e diverti-me como há muito não me lembrava de me divertir!
2004/01/02
Descentralização?
O "Homem a dias" bem avisou, mas não me serviu de nada: na terça passada, por mais 14,00€, o "Blitz" distribuia uma reedição do "Escrítica Pop", pérola do Miguel Esteves Cardoso que persigo há muito; contudo, e apesar de me encontrar a uns míseros trinta quilómetrozecos de Lisboa, não encontrei desde aquele dia um único posto de venda aqui à volta onde tivesse chegado o livreco, bolas!
Tótó passa para Zézé, Zézé remata...
Digam-me por favor que sou eu que estou a ficar estupidamente exigente, e que o mundo continua normal, mas há bocado fiquei siderado quando vi que o tema de uma peça de alguns minutos, num jornal televisivo (penso que da SIC, mas não garanto, pois raramente vejo televisão), era a história de uma provecta senhora, à beira de festejar o seu primeiro centenário, e cujo maior gosto era ouvir relatos radiofónicos de futebol!
É então isto uma notícia? Bom, a minha mãe tem 61 anos e gosta de ir à pastelaria, enquanto que o meu pai, já com 63, adora touradas. Talvez possamos desenvolver algo de interessante a partir destes dados, não vos parece?
É então isto uma notícia? Bom, a minha mãe tem 61 anos e gosta de ir à pastelaria, enquanto que o meu pai, já com 63, adora touradas. Talvez possamos desenvolver algo de interessante a partir destes dados, não vos parece?
2004/01/01
Profecias
Foi só isto? Já passou? Já estamos em 2004? Não noto assim nada de especial. Mas também ainda agora o ano começou, não é?
E este ano, fiquem sabendo, Portugal não vai ter retoma económica coisíssima nenhuma, a selecção não vai ganhar o Euro, não vão haver sentenças do caso Casa Pia, a Margarida Rebelo Pinto vai lançar três livros, Cavaco e Guterres anunciarão as suas candidaturas presidenciais, João Pedro Pais continuará a cantar (ou a pensar que canta...), Fevereiro terá mais um dia e Francisco Louçã continuará a ter tempo de antena.
Mas também surgirão coisas boas, tenho a certeza!
E este ano, fiquem sabendo, Portugal não vai ter retoma económica coisíssima nenhuma, a selecção não vai ganhar o Euro, não vão haver sentenças do caso Casa Pia, a Margarida Rebelo Pinto vai lançar três livros, Cavaco e Guterres anunciarão as suas candidaturas presidenciais, João Pedro Pais continuará a cantar (ou a pensar que canta...), Fevereiro terá mais um dia e Francisco Louçã continuará a ter tempo de antena.
Mas também surgirão coisas boas, tenho a certeza!
2003/12/31
Não resisti...
Bom, está bem; prometo reconsiderar. Até lá, desejo-vos um ano de 2004, bem como os que se seguirem, com toda a felicidade do mundo!
And now, it's party time!
And now, it's party time!
2003/12/29
"O fim ou tende misericórdia de nós"
Tudo tem um tempo de vida útil, mesmo que esse tempo seja "para sempre"; não é o caso deste blog, no qual, apesar da sua tenra idade, vou descobrindo uma progressiva perda de qualidade que só me pode ser imputada a mim.
Os motivos para tal não terão interesse para os meus leitores, mas a verdade é que também eles o devem sentir, e a prova disso está nos decréscimos do site meter e dos comentários.
Por isso, aproveitando o fim do ano, e com um título "roubado" a um livro lindíssimo de Jorge Silva Melo, também este blog vai findar esta fase da sua existência. Se voltará ou não, logo se verá.
Obrigado por tudo!
Os motivos para tal não terão interesse para os meus leitores, mas a verdade é que também eles o devem sentir, e a prova disso está nos decréscimos do site meter e dos comentários.
Por isso, aproveitando o fim do ano, e com um título "roubado" a um livro lindíssimo de Jorge Silva Melo, também este blog vai findar esta fase da sua existência. Se voltará ou não, logo se verá.
Obrigado por tudo!
2003/12/25
O nível da esquerda
Fernando Rosas tem um aspecto patusco; não sei se é do cachimbo, mas aquele putativo candidato a Presidente da República desperta-me normalmente sentimentos parecidos com os que me desperta o Avô Cantigas, cada vez que vejo um ou outro - o que, felizmente, é raro.
F.R. faz parte de uma associação de partidos de extrema-esquerda, admiradores de Estaline e quejandos, que conseguiu eleger alguns deputados à Assembleia da República. Chama-se, esse pequeno grupo, Bloco de Esquerda, mas, tirando a menção à dita na designação, têm comportamentos sociais mais equiparados aos de pequenos-burgueses e nouveaux riches. Há até uma deputada que, pelas declarações que dela li, faz perfeitamente jus ao estereótipo da "loura-burra", e que magnanimamente dispensa os auxílios que a instituição prevê para a sua deslocação em transporte público, preferindo locomover-se no seu proletário Mercedes-Benz.
Bom, mas com isto tudo desviamo-nos de F.R.. Pois bem, o Avô Cantigas esteve de maus fígados esta semana, e publicou ontem no "Público" um artigo de opinião carregado de bílis e azedume contra Paulo Portas, a quem, entre outras coisas pouco edificantes, epitetava de "trauliteiro de extrema-direita" e, mais cripticamente, de "Pato Donald". En passant, Rosas referia-se ao C.D.S. como "um partido de extrema-direita", e ao seu eleitorado como "franjas menos exigentes do eleitorado". Ofender-me-ia, e a mais umas centenas de milhares de portugueses, se o impropério tivesse sido proferido por alguém com nível intelectual e cívico para o fazer - vindo de quem vem, pouco mais poderá merecer do que o profundo desprezo que se confere a quem se pôe em bicos de pés, porque doutra forma não será visto.
Talvez o tom do discurso surpreenda os mais distraídos; para mim, no entanto, é tristemente típico da esquerda deste país.
F.R. faz parte de uma associação de partidos de extrema-esquerda, admiradores de Estaline e quejandos, que conseguiu eleger alguns deputados à Assembleia da República. Chama-se, esse pequeno grupo, Bloco de Esquerda, mas, tirando a menção à dita na designação, têm comportamentos sociais mais equiparados aos de pequenos-burgueses e nouveaux riches. Há até uma deputada que, pelas declarações que dela li, faz perfeitamente jus ao estereótipo da "loura-burra", e que magnanimamente dispensa os auxílios que a instituição prevê para a sua deslocação em transporte público, preferindo locomover-se no seu proletário Mercedes-Benz.
Bom, mas com isto tudo desviamo-nos de F.R.. Pois bem, o Avô Cantigas esteve de maus fígados esta semana, e publicou ontem no "Público" um artigo de opinião carregado de bílis e azedume contra Paulo Portas, a quem, entre outras coisas pouco edificantes, epitetava de "trauliteiro de extrema-direita" e, mais cripticamente, de "Pato Donald". En passant, Rosas referia-se ao C.D.S. como "um partido de extrema-direita", e ao seu eleitorado como "franjas menos exigentes do eleitorado". Ofender-me-ia, e a mais umas centenas de milhares de portugueses, se o impropério tivesse sido proferido por alguém com nível intelectual e cívico para o fazer - vindo de quem vem, pouco mais poderá merecer do que o profundo desprezo que se confere a quem se pôe em bicos de pés, porque doutra forma não será visto.
Talvez o tom do discurso surpreenda os mais distraídos; para mim, no entanto, é tristemente típico da esquerda deste país.
Bonjour tristesse
Há já alguns anos que acho o 25 de Dezembro um feriado muito pouco civilizado; uma pessoa sai de manhã, não encontra nenhum jornal do dia, todas as pastelarias onde se pode tomar um pequeno almoço decente estão encerradas (porque ontem e anteontem ficaram "até às trezentas" a fazer filhós, troncos de Natal e outras coisas especialmente indigestas), e as pessoas com quem se gostaria de beber um café estão resgatadas e tornadas incomunicáveis pelas famílias (quase me apetece dizer famiglias). E, daqui a bocado, os restaurantes terão filas centopeicas de gente, todos vestidos com a "roupinha dos Domingos"!
Bom Natal. Pois...
Bom Natal. Pois...
2003/12/23
Quem empresta não melhora!
Quando procuro determinado CD ou livro e não o encontro (acontece mais com os primeiros do que com os segundos) é que eu sinto como fui estúpido em não ter conseguido dizer um redondo "não!" a quem mos pedia sempre emprestados, e nunca tinha a boa educação de os devolver!
2003/12/21
Resoluções de ano novo
Há tantas coisas que eu gostaria de mudar ou melhorar em mim, mas para quê fazer resoluções? Apenas para, lá para meados de Janeiro, sentir a frustração de já me estar a desviar da maior parte dos objectivos traçados?
A menos que nomeie, como primeira resolução, passar a ter uma maior força de vontade; e também pensar que, se acreditarmos naquilo que desejamos, Deus recompensar-nos-á. Mas há tanta gente a pedinchar-Lhe...
A menos que nomeie, como primeira resolução, passar a ter uma maior força de vontade; e também pensar que, se acreditarmos naquilo que desejamos, Deus recompensar-nos-á. Mas há tanta gente a pedinchar-Lhe...
2003/12/18
Namoros
Não tinha muita vontade de voltar a politizar este espaço, que considero essencialmente de lazer e boa disposição, mas factos recentes na vida política nacional a isso me obrigam. Numa estratégia de divisão com base na insinuação maldosa, há já muito que o Partido Socialista tem vindo a atacar o C.D.S./P.P., acusando-o de "radicalismo de direita", e de ser o cérebro deste governo de coligação. O objectivo parece pouco menos que óbvio: minar a confiança e o respeito mútuo entre os dois partidos da coligação, induzindo no P.S.D. a ideia de que está a passar a imagem de ser conduzido pelo seu parceiro mais pequeno, e de estar, em suma, a fazer "figura de idiota útil". Esperarão, então, os iluminados socialistas que Durão Barroso dê um murro na mesa, e exclame: "Chega! A partir de agora mando eu nesta coisa!"
Novamente o referendo sobre o aborto surge em cima da mesa, como cavalo de batalha a jeito; independentemente de se concordar ou não com a penalização de tal actividade, e dando de barato os esforços de aproximação que os responsáveis dos partidos do poder estão a evidenciar, parece-me contudo que há aqui um facto incontornável: a despenalização do aborto já foi referendada e venceram os apologistas do "não"! Esperarão, pois, os defensores doutras opiniões, que se façam tantos referendos quantos os necessários para que o resultado seja a seu contento?
Não sou apologista de teses da conspiração, mas parece-me que, com tanta sanha ao C.D.S., com "jeitos" destes - que o "País relativo" não perdeu tempo a salientar - e com um discurso brando em relação ao P.S.D., já faltou mais para Ferro Rodrigues, à semelhança do seu sebastiânico antecessor, "pôr o socialismo na gaveta" e começar a pensar em termos de bloco central.
Paranóico, eu? Falaremos de novo disto dentro de um ano.
Novamente o referendo sobre o aborto surge em cima da mesa, como cavalo de batalha a jeito; independentemente de se concordar ou não com a penalização de tal actividade, e dando de barato os esforços de aproximação que os responsáveis dos partidos do poder estão a evidenciar, parece-me contudo que há aqui um facto incontornável: a despenalização do aborto já foi referendada e venceram os apologistas do "não"! Esperarão, pois, os defensores doutras opiniões, que se façam tantos referendos quantos os necessários para que o resultado seja a seu contento?
Não sou apologista de teses da conspiração, mas parece-me que, com tanta sanha ao C.D.S., com "jeitos" destes - que o "País relativo" não perdeu tempo a salientar - e com um discurso brando em relação ao P.S.D., já faltou mais para Ferro Rodrigues, à semelhança do seu sebastiânico antecessor, "pôr o socialismo na gaveta" e começar a pensar em termos de bloco central.
Paranóico, eu? Falaremos de novo disto dentro de um ano.
2003/12/17
David e Golias
Não gosto de futebol - já aqui o disse muitas vezes - mas há uma equipa pela qual não posso deixar de sentir simpatia: o Vitória de Setúbal. Gosto do "Vitórria", se bem que não conheça o nome de nenhum jogador, ou sequer do treinador, e apenas saiba quem são alguns dirigentes por serem meus amigos.
Foi por isso com alegria que li, há uns minutos, que a "minha" equipa eliminou, na corrida para a taça, o Sporting. Ora, ora, pensavam que eram "favas contadas", não?
Foi por isso com alegria que li, há uns minutos, que a "minha" equipa eliminou, na corrida para a taça, o Sporting. Ora, ora, pensavam que eram "favas contadas", não?
Que azar dos diabos!
Poderão não acreditar, mas a verdade é que até me considero uma pessoa asseada, e que preza a higiene nas pessoas com quem convive e nos sítios que frequenta. Ora, esta atitude aplica-se com especial veemência nas casas de banho públicas que, por natureza e definição, são espaços especialmente propícios a situações de sujidade diversas.
Mas eu sou um tipo com azar; eu quero que as casas de banho dos centros comerciais e das áreas de serviço onde paro estejam limpas, sim, mas bolas - é preciso que estejam sempre a limpá-las (e indisponíveis, portanto) quando eu mais urgência tenho para me servir delas?
Mas eu sou um tipo com azar; eu quero que as casas de banho dos centros comerciais e das áreas de serviço onde paro estejam limpas, sim, mas bolas - é preciso que estejam sempre a limpá-las (e indisponíveis, portanto) quando eu mais urgência tenho para me servir delas?
Tiro e queda!
Este tal de Panda é fenomenal. Muito obrigado, Papoila e Senhor Carne; que o menino Jesus ignore o vosso presépio herege e vos cumule de prendas, são os meus votos!
Quanto aos outros leitores, "me aguardem"; estou de volta, em versão renovada e sem vírus!
Quanto aos outros leitores, "me aguardem"; estou de volta, em versão renovada e sem vírus!
2003/12/13
Socorro!
O meu teclado n~~ao esta bom; de cada vez que tento colocar um acento qualquer, ele coloca logo dois, sem esperar que eu escreva a respectiva vogal, e assim n~~ao consigo escrever em condiç~~oes!
Quem me ajuda?
Quem me ajuda?
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